segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Bubble in Paris você precisa conhecer


Quem for a Paris no fim do ano não pode perder esta: uma parceria entre o Hilton Arc de Triomphe Paris e Taittinger Champagne criou um bar com um design bem inovador em forma de bolha. Chamado de ‘Bubble in Paris’, o local lembra  um globo de vidro, daqueles com líquido onde a neve flutua. 


Dentro da redoma, que tem cerca de 16 metros, um ‘white bar’  e um pequeno lounge podem receber até 35 visitantes por vez. Alguns hóspedes podem, por 25 euros, tomar uma taça de Taittinger Champagne e ainda escolher o lugar onde ficar dentro do globo.


A concepção do espaço ficou por conta de Jean-Hugues de Chatillon, que se inspirou no mundo místico de Nárnia para a criação do lugar. “Bubble in Paris’ estará aberto até véspera do Ano Novo. Vale conferir!

Por: Blog Daslu: http://dasluonline.com/blog/bubble-in-paris/ 


Para Informações sobre pacotes para Paris:
Poltrona Vip Turismo
Rua Mem de Sá, nº 111 / 1008 - Icaraí - Niterói
Fones: 2721-2458 / 7870-7884 - ID: 10*66539
Site: http://www.poltronavip.com.br
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Número de turistas brasileiros na Colômbia bate recorde em 2011

O número de turistas brasileiros na Colômbia bateu recorde no período de janeiro a agosto deste ano e chegou a 63 mil, um aumento de 51,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. A informação foi divulgada pelo diretor da Proexport Colômbia, Carlos Rodríguez.
Com o cenário positivo, a entidade acredita que 2011 deve registrar a entrada de 100 mil brasileiros no país vizinho, número inédito até hoje.
O mercado do Brasil segue como um dos mais importantes no envio de turistas para a Colômbia, figurando em quarto lugar no ranking dos principais emissores.
De acordo com Carlos Rodríguez, os destinos mais procurados pelos brasileiros são Bogotá (73,4%), Cartagena (9,5%), Medellín (4,6%) e San Andrés (3%). Entre estas cidades, destaque para San Andrés que teve incremento de 84,7% no número de turistas do Brasil.
Atualmente, há 21 voos semanais diretos ligando Brasil e Colômbia, e a partir do próximo dia 5 de novembro,  serão 24 devido à nova frequência da Avianca, entre o Rio de Janeiro e Bogotá.  

Bogotá   

Capital da Colômbia, Bogotá possui tudo que se espera em uma grande cidade do país, e felizmente sem problemas de terrorismo.

Ah, o tradicional e reconhecido café colombiano faz com que seu odor percorra as ruas de Bogotá. É com esse aroma dos deuses que o turista desmembra e descobre a natureza desnuda da cidade com seus monumentos históricos, passeios noturnos, jantares e paisagens montanhosas e panorâmicas.

Bogotá surpreende o turista com tamanha tranquilidade, isso porque é comum esperar da Colômbia uma quase zona de guerra, visto que o país tem problemas com guerrilhas e narcotráfico. Com mais de quatrocentos e setenta anos de fundação, a cidade possui trânsito e uma vida cultural ativíssima, com museus, festivais de música e bares.

A cidade é constante, inclusive na temperatura, não devendo ultrapassar ou chegar a números menores ou maiores que 14ºC de temperatura. Paulistanos provavelmente se dariam bem pelo local, isso porque é comum a garoa fina durante a tarde, exigindo o bom guarda-chuva. Caso você visite Bogotá e se sinta desconfortável experimente tomar o chá de coca, vendido em lojas de produtos naturais e pronto em algumas feiras.  

Cartagena: destino colombiano de sol e praia

Cartagena de Índias
Emoldurada por uma formosa baía, Cartagena de Índias é uma das cidades mais belas e conservadas da América.

Perto da cidade amuralhada se encontra um moderno setor turístico, Bocagrande, com amplas praias, hotéis, restaurantes e discotecas.

As melhores praias na área de Cartagena se encontram nas ilhas do Rosário, Barú e San Bernardo.
Ilhas do Rosário:

Este pequeno e encantador arquipélago de origem coralino se encontra a uns 90 minutos em barco ou 45 em lancha da cidade de Cartagena.

Suas praias brancas e a água cristalina convidam aos amantes de sol e praia a submergir-se nesta paisagem maravilhosa.

Desfrute a arquitetura e a brisa que se destacam nas praias e nas ruas coloniais.

Ilha do Barú:
É uma grande ilha situada cerca de Cartagena, de praias de areias finas, brancas e os jardins submarinos.
O acesso à ilha se pode realizar por via aquática, atravessando a Baía de Cartagena ou em veículo, cruzando o Canal do Dique numa balsa ou ferryboat.

Ilha de San Bernardo:
É um encantador arquipélago localizado ao sul da cidade de Cartagena. Suas praias são um palco maravilhoso para os amantes do sol, praia e descanso.
Na ilha de San Bernardo é preciso tomar precauções, pois há zonas e temporadas de intensas correntes marinhas.


Medellín

Por suas formosas mulheres, sua gente acolhedora e amável, seu clima de primavera, sua paisagem de flores e montanhas e seus belos pontos turísticos, Medellín e seus arredores atraem ao viajante como um ímã. Cidade de grande oferta gastronômica, comercial e turística, Medellín oferece inumeráveis oportunidades para a diversão e os negócios.

A segunda cidade mais importante da Colômbia se levanta no meio de um vale cuja geografia, em sua ampla extensão, toma diversas formas. Esta paisagem evoca a força de uma raça colonizadora que com perseverança conseguiu abrir passagem entre as montanhas e fundar o que é hoje uma urbe industrial e em crescimento.


Medellín é considerado como epicentro comercial, industrial de desenvolvimento tecnológico e com índices altos de turismo no país. Com uma reconhecida liderança nas áreas de finanças, bancos, serviços, políticas, artes, culturas, comunicações, modas, entretenimentos e turismo, se constituem num relevante eixo de desenvolvimento.

Os “Paisas”, como chamamos aos nascidos nesta cidade, ganharam a fama de ser empreendedores, visionários e de grande capacidade negociadora. São proverbiais sua maneira proativa, sua capacidade de poupar e sua hospitalidade. Também têm fama de gente de rua e de exagerar pintando suas histórias com muitas cores.

Em Medellín os eventos, congressos, feiras e seminários nos temas têxteis e de confecção, a medicina, a construção, a educação e o turismo em geral são ponto de referência internacional.
Medellín

Com sua comida, seus cheiros e o colorido de suas ruas e cada um de seus pontos turísticos, Medellín é para o deleite dos sentidos. Também é sede de organizações, instituições e empresas de caráter regional, nacional e internacional, e se converteu numa referência do turismo de boa saúde, congressos, eventos e esporte.


Ilha de San Andrés

A 700 quilômetros da costa continental colombiana se encontram o arquipélago de San Andrés e Providência, ilhas de corsários e piratas que oferecem excelentes serviços e atrações que costumam ser aproveitados ao som do reggae. Em San Andrés há extensas praias de areia branca onde se praticam esportes aquáticos. Seus atrativos se podem descobrir com a ajuda de nativos amáveis e alegres. Providência, um destino muito sedutor, tem montanhas sempre verdes e uma grande barreira coralina.

Rodeada pelo Mar Caribe, e com uma boa guia de viagem, e a ilha é perfeita para o descanso em suas praias.

A encantadora ilha de San Andrés é um oásis de prazer. Rodeada pelo Mar Caribe, e com uma boa guia de viagem, a ilha é perfeita para o descanso em suas praias. San Andrés oferece esportes náuticos em seu mar de tons turquesa, uma agitada vida noturna, compras de milhares de produtos com vantagens de porto livre e a tranqüilidade de caminhar por suas formosas praias brancas.

Providência, também conhecida como Old Providence, reúne em seus 17 km2 tantos lugares de singular beleza que constitui um destino eco turístico inigualável. A visita à vizinha Santa Catalina complementa a viagem planejada com uma completa guia. Aqui, a tranquilidade só é perturbada pelo alvoroço dos pássaros e o ruído que produzem as ondas ao romper contra as pedras, entre elas a famosa Cabeça de Morgan.

Os moradores da ilha, descendentes de escravos e ingleses, conservam como um tesouro suas tradições, entre elas o idioma. As escolas dão um ensino bilíngüe inglês – espanhol. O inglês das ilhas é o britânico, ainda que com variações na pronunciação que originam o que se conhece como inglês créole ou crioulo. Segundo o último censo se calcula uma população média de setenta mil habitantes.
Clima

O Arquipélago se encontra na zona intertropical. A temperatura média é de 27.4° C, com valores máximos e mínimos extremos de 33° C e 17° C. As épocas secas vão de fevereiro a abril e de julho a setembro. Predominam os ventos do leste e o estado do tempo os determina, especialmente aos ventos alísios.
Localização

O Arquipélago faz parte da região do Caribe, está situado ao noroeste da Colômbia, a 800 km de Cartagena e a 290 km de Nicarágua, entre os paralelos 12° e 16° Latitude Norte e os meridianos 78° e 82° Longitude Oeste de Greenwich.
Meninos nativos do arquipélago

San Andrés: A Ilha maior

Corsários, piratas e aventureiros ingleses e holandeses, donos de escravos, chegaram primeiro a esta ilha do Caribe, um paraíso marinho de cores. Suas lendas estão cheias de piratas e corsários, contadas por uma descendência que funde essas culturas. O habitante da ilha é alegre, cantor e dançarino de reggae, soca e calypso, e sente um profundo orgulho pela generosa natureza da Colômbia insular.
Alojamento

As opções de alojamento incluem hotéis, pousadas, choupanas, pensões, aparta-hotéis e alojamentos de luxo. A oferta é superior a sete mil leitos. Os hotéis oferecem diferentes tipos de planos e variados serviços, desde tudo incluído (all inclusive) até planos simples.
Vida noturna

A música caribenha – salsa, merengue, calypso, reggae, zouk, reguetón – pode ser desfrutada nos diversos lugares noturnos da ilha. Alguns hotéis têm discotecas, bares e espetáculos ao vivo, e inclusive oferecem aulas de dança.
Festas

Festa pátrias: 20 de julho e 7 de agosto.
Setembro: Festival da Lua Verde.
Outubro: Festival de Corais Religiosos, 12 de outubro Dia da Raça; Festival Internacional de Teatro “Ethnic Roots”.
Novembro: Festas de Aniversários, Concurso de Rainhas do Coco, Festas do Padroeiro San Andrés e Tub & Horse Jaw Bone Festival.
Fonte: espacoturismo.com

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Em ambiente totalmente litorâneo, Maceió destaca-se pela sua beleza exuberante


Encravada entre os coqueiros, mangues e um belíssimo mar, proporciona a todos que a visitam lindas recordações. Hoje, com aproximadamente um milhão de habitantes, é um dos mais belos pólos turísticos do Brasil, triplicando sua população na temporada de férias. 


As praias são as mais bonitas do Brasil. Toda a orla marítima é enfeitada por coqueiros que dão um toque mágico à paisagem deslumbrante. Algumas das praias ainda são primitivas e deixam os visitantes em êxtase e sem vontade de deixá-las; elas são banhadas por um mar ora verde, ora azul, incomparáveis para o deleite da vista humana.


A capital de Alagoas tem localização privilegiada. Banhada por 15 praias, Maceió destaca-se no cenário nacional e internacional principalmente pela beleza exuberante de suas praias, mas sempre mornas e cristalinas. As areias, brancas e finas, os arrecifes que formam as piscinas naturais e a imensidão de coqueirais completam o cenário paradisíaco. 


Lazer
Maceió é uma cidade que está sempre alegre e onde nunca se fica sem o que fazer, você se diverte, come bem e descansa quando assim preferir. Seria impossível relacionar todas as opções de lazer disponíveis em Maceió, onde a natureza e o bom tempo são consideradas os maiores atrativos turísticos da cidade, mas destacaremos as mais procuradas por nossos visitantes.


Podemos destacar algumas relacionadas com nossa fantástica natureza:
- Inúmeras praias para a pratica do surf.
- Lugares para modalidades de pesca no mar ou nos rios e lagoas.
- Mergulho, tanto de snorker ou autônomo.
- Vela e motor.
- Passeios fantásticos a cavalo.
- Caminhadas com visuais incríveis.
- Simplesmente apreciar a paisagem numa rede ou na sombra de um coqueiro.

Também a cidade dispõe de vários centros comercias, com cinemas e todo tipo de comércio, para compras. A noite é muito movimentada em Maceió, com o bairro do Jaraguá cheio de bares, restaurantes e casa de espetáculos  quase sempre com musica ao vivo, onde se reúne toda ajuventude da cidade. A orla tambem está super bem servida de bares e restaurantes com musica, e a belíssima vista deste litoral. 


Gastronomia
O prazer de estar em Alagoas não se resume apenas a um delicioso banho de mar, mas também a um mergulho nas cores e sabores das maravilhas da culinária alagoana na qual se destaca por sua saborosa e diversificada gastronomia:


Frutos do Mar
Os frutos do mar encabeçam o cardápio alagoano, também são 230 Km de litoral, várias lagoas e rios, produzindo o que há de melhor e saudável em frutos das águas. Sua culinária de peixes, crustáceos, mariscos e moluscos, as carapebas, cavalas fritas, lagostas, camarões cozidos à água e sal, fritada de siri, sururu, maçunim e as tradicionais peixadas com pirão e regadas ao molho de pimenta, merecem ser degustadas.


Comidas Típicas
As iguarias de origem indígena e africana, como tapioca, cuscuz de milho, massa puba, arroz doce, batata doce, inhame e macaxeira com carne de sol, beiju, grude de goma, pé de moleque, munguzá, canjica e pamonha costumam ser servidas nos cafés da manhã e da noite.


Frutas Tropicais
Sem esquecer as deliciosas frutas nordestinas: jaca, manga, mangaba, abacaxi, banana e pitanga, sapoti, pinha, graviola, caju, cajá, acerola e etc... A maioria são transformadas em sucos, sorvetes e doces. Uma tentação dos deuses! Nas praias, é comum saborear um bom caldo-de-cana, água de coco, coquetel de abacaxi(feito na fruta), caldinhos, batidas de frutas tropicais, de sabores inigualáveis.

Mais informações:
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Continuando a série Buenos Aires: Algumas dicas que você deve saber antes de ir a Buenos Aires


Não é novidade que a capital dos hermanos é destino de brasileiros o ano todo. Muitos a consideram como opção quando pensam em viajar para o exterior pela primeira vez ou com o intuito de aproveitar o feriado em um local atípico.

A grande diferença de câmbio que a cada ano nos tornam grandes consumidores, a comodidade de não ser necessário passaporte para cruzar a fronteira e a ilusão de que o portunhol se encarrega da comunicação são só alguns atributos que tornam esta bela cidade ainda mais atraente.

Mesmo com tantos caminhos conhecidos e dicas comuns exploradas nos mais diversos guias de viagem.  Buenos Aires ainda possuí muitos “macetes”  para quem não quer gastar dinheiro à toa  nem perder tempo com aborrecimentos e armadilhas.


Câmbio

Nossa moeda (R$) tem sido muito valorizada frente ao Peso Argentino ($) e para aproveitar ainda mais este benefício antes de partir, confira os preços oficiais no DolarHoy e ao chegar, troque seu dinheiro no Banco La Nacion.

Desembarcando no aeroporto de Ezeiza esta será a última casa de câmbio que você encontrará. Talvez por ser a única que possuí taxa honesta e não tem nenhum apelo comercial, além de adquirir seus pesos sem se sentir lesado por um dos primeiros argentinos com quem terá contato. Pegue suas malas, passe pela imigração, pegue um mapa na central turística e já pergunte onde fica o La Nacion pegue suas notas e não esqueça de pedir algumas moedas (acredite, você vai precisar) provavelmente você irá receber instruções de como reconhecer notas falsas (você pode precisar também).

Caso o seu desembarque for no Aeroparque (que fica no meio da cidade) não há esta opção. Neste caso, recorra aos ATMs pois sem concorrência as casas de câmbio distribuem facadas livremente.


Transporte

Desembarcando
A maioria dos guias indicam 2 opções de transporte para sair dos aeroportos em direção a sua hospedaria. Os táxis e os remises que são carros com chofer e cobram um preço fixo para cada corrida. Para ambas você deve procurar o guichê da empresa e solicitar o seu veículo (que custam mais de 100 pesos), se dirigir a fila e aguardar a sua vez.

Dependendo da época você pode enfrentar uma fila enorme e acredite que neste momento, após fila para desembarcar, fila de imigração, fila para pegar as bagagens e fila da casa de câmbio o que menos você ira desejar é ter que esperar por algo. Então aqui vão algumas alternativas:

Táxis “não oficiais”
Não se tratam de veículos irregulares e nem transporte alternativo. São simplesmente táxis que não fazem parte das empresas que dominam os aeroportos. Ao sair por qualquer portão dezenas de motoristas irão lhe oferecer o serviço, vocês negociam o preço e vão até o estacionamento. Deixe claro que o pedágio (peaje, em espanhol) está incluso no valor combinado assim você evita aborrecimentos. Certifique-se de que o veículo possui as identificações necessárias (táxi preto, teto amarelo, número da licença na porta).

Se você for do estilo mochileiro, vale a dica de ainda na fila da imigração faça amizade com algum brasileiro para que possam dividir o valor da corrida (foi o que eu fiz).

Ônibus e Micro-ônibus
São ótimas opções e passam por vários bairros da cidade. A passagem pode ser comprada antecipadamente no site da Manuel Tienda Lion (que também fornece remises). O preço varia conforme o horário e destino (dependendo da combinação compensa um táxi).


Ônibus Circulares
São buses convencionais que você pode pagar com apenas algumas moedas, um incomodo para quem tem muitas bagagens e uma ótima opção para quem quer economizar.

Na Cidade
Use muito o transporte público! É barato e funciona. Se for pegar um táxi fique atento para os golpes mais comuns que os motoristas aplicam mas acima de tudo, caminhe. Buenos Aires é muito melhor quando explorada a pé.


Telefones
Nada de usar os telefones públicos de rua (em sua maioria sujos e no meio da muvuca) ou pagar caro nas tarifas do hotel. A melhor opção para fazer ligações internacionais está nos locutórios. 
Em sua maioria são estabelecimentos comerciais (como uma mercearia ou bomboniere) com uma grande placa indicativa. No seu interior há algumas cabines privativas com um telefone, você entra e faz sua chamada enquanto um display mostra o preço a ser pago. Ao sair é pagar e comprar algum alfajor.

Se você é usuário do Skype saiba que a maioria dos cybercafés proíbem o seu uso o que torna os locutórios uma opção muito interessante.

Manifestações
Buenos Aires  é o centro cultural, econômico e político da Argentina. Seria como unir São Paulo e Brasília. O resultado disso são manifestações frequentes, interrupções de tráfego, acampamentos em frente a Casa Rosada. Eu prefiro ficar longe.

Dengue
No verão as campanhas são comuns (nada diferente das que existem aqui). No entanto os pernilongos invadem a cidade, principalmente a noite. Se você for caminhar neste horário ou ficar em um ponto a céu aberto, um repelente pode te salvar .


Tomada "Três Chatos"
O padrão de tomada é diferente dos nossos mas nada de outro mundo. 
É o mesmo que utilizamos para ligar o ar-condicionado. 
Lá você encontra um adaptador em qualquer canto, por módicos $4,00. 
Saiba também que tudo é no 220V.


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10 dicas para quem anda de táxi em Buenos Aires

Texto de Thiago Khoury do blog: http://www.rodei.com.br/


Carro preto, com topo amarelo e adesivo em ambas as portas da frente, por @elaineyong

Quem passa apenas duas noites na cidade tem menos chances de ser enganado por taxistas, mas a partir do terceiro dia de viagem as possibilidades dobram. Como em algum momento você deverá alimentar essa indústria da malandragem, o segredo é não deixar com que isso influencie sua viagem.

Estávamos completamente cansados, com uma urgência sobre humana de ir ao banheiro e atrasados para o horário marcado em um restaurante badalado em Palermo – falar do Cabrera mais uma vez é post-pago.

Como se o cenário acima não bastasse, a placa identificatória o painel ao lado do passageiro mostrava uma pessoa claramente diferente da que estava ao volante.

Enfim, assim que o taxímetro passou dos 50 pesos, como mágica, chegamos ao nosso destino final.

Depois de pagar e sair do carro, o homem que dirigia abaixou o vidro e nos mostrou um corte mínimo no papel e disse que aquela nota de 50 estava danificada e por isso não poderia aceitá-la – mas claro que aquela não já não era a nossa nota de 50.

Como evitar ser passado para trás em táxis na Argentina

# Identifique um táxi real. Táxis em Buenos Aires são pretos e possuem teto amarelo. 


# Escolha um cooperativado. Entre em carros de cooperativas que mostrem nome e telefone em adesivos colados de ambos os lados. O carro do caso acima era cooperativado, o que não evitou a bola fora, mas o que ainda sim diminui as possibilidades de ser enganado.

# Dê preferência para os mais velhos. Na rua, pare apenas os carros dirigidos por taxistas com cara de avô. A probabilidade dele ter tempo e disposição para enganá-lo é menor.

# Sempre que possível, peça táxi pelo telefone. Pedir um carro via “radio taxi” é uma ótima escolha: em Palermo ligue para (11) 4854.1111. Nas proximidades do centro ligue para (11) 4932.2023. Uma taxa de deslocamento inferior a $ 5 pode ser cobrada.

# Peça uma estimativa do valor. Depois de alguns dias na cidade você saberá o valor médio de uma corrida entre um ponto e outro. Para um carro parado, pergunte quanto geralmente vale uma corrida dali para o ponto desejado – mas sempre ande com o taxímetro ligado e não aceite valores previamente estipulados.

# Evite aborrecimentos no aeroporto internacional. O pior lugar para barganhar corrida barata é no Aeroporto Internacional de Buenos Aires, o Ezeiza. Caso você não tenha um transfer, evite o primeiro aborrecimento da viagem e contrate um carro na cabine do Taxi Ezeiza em frente ao desembarque. O valor é tabelado: $ 150 a ida e $ 120 a volta para até três pessoas com uma mala pequena cada.

# Use notas pequenas. Mesmo que sua corrida tenha dado $ 55, jamais use notas de $ 50, que são as mais falsificadas e com maior custo-benefício para o falsificador. Utilize notas de $ 10 e $ 20, o que irá produzir trocos menores, o que será sempre muito bem-vindos em Buenos Aires.

# Na hora de pagar, narre o que está fazendo. Dizer exatamente o que está pagando e como está pagando mostra que você não está ali a passeio: “estou usando essa determinada nota com determinado número de série para pagar a corrida que deu tantos pesos, certo?”.

# Isso fará com que ele evite fazer a troca pela nota falsa ou dizer que você se enganou na hora do pagamento – como dizer que você entregou duas notas de $ 5 ao invés de três para pagar uma corrida que custou $ 15; ou dizer que você entregou uma nota de $ 10 ao invés de uma nota de $ 100.

# Caso você receba uma nota de $ 50 das mãos do motorista, principalmente se ele tiver tido tempo de trocá-la, não hesite em conferi-la antes de sair do carro. Se você é como eu e chegou ao ponto de deixar de pegar táxi na cidade e passou a andar apenas de transporte público, compre uma caneta detectora de notas falsas e saia rabiscando sem pudor algum.

# Fique atento ao trajeto. Dê o endereço completo, cite a esquina mais próxima e não deixe de dar o número do destino final: Thames y Paraguay 320 (“y”, aqui, é “com”). A forma mais comum de enrolar o passageiro é andar em círculos enquanto o motorista mantem uma conversa constante para distrai-lo (além de fazer questão que você olhe para ele ao longo do caminho). Pergunte se aquele é o melhor trajeto, o mais comum ou porque demora tanto para chegar ao destino final.

# Não faça nada que não queira. Eu gostaria de incentivá-lo a conversar apenas o necessário, mas a quantidade de gente que diz que os taxistas de Buenos Aires possuem “as melhores histórias” é assustadora (meu Deus, isso é carência?). Muitos motoristas possuem acordos com restaurantes, baladas e casas de prostituição na cidade e tentarão fazê-lo mudar de ideia – é comum dizer que o lugar que você deseja ir faliu, já está fechado ou que conhece lugares “muito melhores.”

# Taxista que começa a corrida falando de mulher é mau sinal: pode ter certeza que ele já começou a mudar o trajeto e tentará te convencer a conhecer um legítimo albergue transitório. Corte a conversa o quanto antes e diga que você tem horário marcado no local combinado.

Identificação sem foto no banco de trás, com foto do lado direito do painel, foto Thiago Khoury

#dicaextra
Confira a identificação do taxista. Atrás do banco do motorista você verá uma aviso de identificação idêntico ao que aparece na foto. 

Claro que todas essas dicas se aplicam aos malandros que, mesmo sendo bandidos, pertencem a uma classe menos perigosa: caso a corrida tenha dado $20 mas o motorista diz que deu $50 e segura algo sob a blusa, nada mais sensato do que pagar os $50 e sair dali o quanto antes.

Saiba que a bandeirada inicial custa $5,80 e cada 200 metros ou minuto de espera são outros 58 centavos. A tarifa noturna, entre dez da noite e seis da manhã, é 20% mais cara.

E, por último, lembre-se: nota falsificada não tem marca d’água.

Fonte e imagens: Google e http://www.rodei.com.br/  


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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Evite ser barrado na Alfândega ao entrar em alguns países

Qual a quantidade de café permitida numa viagem para a Austrália? O que se pode levar na mala para a terra do Tio Sam? Aquele seu cachorro fofinho que sempre o acompanha vai entrar no Reino Unido? Seu remédio vai ser apreendido na alfândega francesa? Todas essas questões e outras revelam as restrições dos países estrangeiros, o que pode tornar-se um problema grave se o viajante não estiver bem informado.

Quem viajar a Sydney, na Austrália, por exemplo, precisa certificar-se de declarar quase todo tipo de material levado na bagagem. A maior ilha da Oceania é um dos países mais severos na proibição da entrada de produtos no seu território. Feijão, sementes em geral, vegetais, ovos, derivados de leite, carne de porco e de vaca, plantas, animais vivos e terra ou areia estão na lista dos itens estrangeiros vetados em solo australiano. Para completar, couro, lã, peles, flores, biscoitos, mel e até café necessitam de vistoria na chegada ao país. O limite permitido da nossa bebida preferida é de um quilo.

A situação fica mais complicada quando se trata de sementes desenvolvidas em laboratórios nacionais. Marcelo Credídio, da Australian Tourist Comission, afirma que a terra dos cangurus é muito exigente porque já teve muitos problemas com pragas e epidemias no passado. Para salientar as dificuldades enfrentadas pelo visitante, Credídio lembra do caso de um botânico, hoje residente na Austrália. "O cientista teve de comprovar o seu estudo com as sementes para convencer a fiscalização do governo australiano."

Grã-Bretanha - No Reino Unido o turista sofre restrição e até proibição ao entrar com drogas, armas de fogo, munição, explosivos, produtos pornográficos, animais domésticos, plantas e animais protegidos. A lei aplica-se também para derivados dos animais em risco de extinção. Cintos ou sapatos de jacaré, peças de marfim e outros podem ser confiscados pelas autoridades britânicas.

Os EUA também restringem uma série de itens - animais, carnes, comida, frutas e pássaros são alguns deles. Há remédios que precisam de prescrição médica, com possibilidade de retenção pela alfândega norte-americana.

Mais liberal - Na França a legislação é mais liberal. Além de armas de fogo, materiais inflamáveis e animais vivos, a não ser os domésticos, os franceses proíbem a entrada de remédios sem receita médica. Quem precisa de algum medicamento alternativo tem de comprovar sua necessidade com uma prescrição.

Assim como a França, certos países não são tão severos na proibição da entrada de produtos. É o caso da Finlândia, que exige apenas passaporte válido por 90 dias, tempo máximo de permanência do estrangeiro.

Já a Alemanha e a Suécia não permitem a entrada de bebida alcoólica e cigarros em quantidade exagerada. Os alemães aceitam até 50 charutos e admitem um litro de qualquer destilado ou fermentado com teor superior a 22 graus, ou dois litros com teor inferior.

Declaração de bens - É recomendável, ainda, ficar atento na hora do embarque por aqui. A alfândega brasileira não impõe muitas restrições à saída de bens de consumo, remédios e animais - desde que vistoriados pelo Ministério da Saúde -, aparelhos eletrônicos e sementes, devidamente certificadas pelo Ministério da Agricultura. No caso dos eletrônicos, a receita alerta o viajante para declarar todos que superem o limite de US$ 500. Isso facilita no retorno ao País, evitando taxas e impostos sobre o produto.

fonte: http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/turismo/servico/serv3.htm



Voo chegando em Lisboa, sinta cada minuto da chegada nesta cidade encantadora





Fonte: http://www.youtube.com/watch_popup?v=eQgH1GvS6Eg&vq=hd720

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Conheça Veneza e suas maravilhas


Veneza (em língua italiana: Venezia, em vêneto Venezsia) é uma cidade italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Tem cerca de 266 181
habitantes, conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. Estende-se por uma área de 412 km2, incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza, tendo uma densidade populacional de 646 hab/km2.


Faz fronteira com Campagna Lupia, Cavallino-Treporti, Chioggia, Jesolo, Marcon,
Martellago, Mira, Mogliano Veneto (TV), Musile di Piave, Quarto d'Altino, Scorzè, Spinea. A parte de Veneza em terra firme é a fracção comunal de Mestre.


Ela é conhecida também, como “Rainha do Adriático”, “Cidade de água”, “Cidade de Pontes, e “A Cidade de Luz”. A cidade se prolonga através de numerosas ilhotas, na Lagoa Veneziana pantanosa ao longo do Mar Adriático.


O trânsito na cidade de Veneza é feito por taxis aquáticos, conhecidos como vaporetto. Pode-se passear pelos canais de barcos cobertos ou por meio de gôndolas, para melhor desfrutar da beleza dessa obra de arte.



Veneza, uma cidade semi-inundada por água. Caracteriza-se precisamente por não ter estradas de asfalto, e sim de água,  “os seus canais”.


A chegada a Veneza, seja de carro, comboio ou avião, é uma grande confusão, para não dizer uma desilusão. Mas depois de ultrapassada a balbúrdia ferroviária, dá-se de caras com o Grande Canal: aquela imagem de Veneza das gôndolas, pontes, máscaras e palácios com a porta de entrada a dar para a água, usada e abusada pelos Media, afinal é real! E, com este quadro, não só se recupera o ânimo perdido no desembarque, como também se acha a cidade ainda mais bonita do que nas fotografias dos livros, guias e postais, namorados em casa, antes da viagem.


O Grande Canal, conhecido pelos locais como o Canalazzo, insinua-se, com a forma de um “S” invertido, ao longo de 4 km de extensão. Desde a fundação do império veneziano, após a queda de Constantinopla, em 1204, serviu de via principal da cidade, sendo sulcado pelas grandes galés e navios comerciais, que subiam majestosamente até ao Rialto, para trocarem mercadorias. Hoje, longe dos tempos de supremacia marítima no Adriático e Mediterrâneo, e de importante elo de ligação entre o Oriente e o Ocidente, Veneza vê o seu canal a transbordar de lanchas de madeira, “vaporettos”, gôndolas e “motoscafos”. O tráfego, aparentemente descontrolado, sem a existência de semáforos, faz-se com segurança e todos parecem chegar aos seus destinos; apesar disso não tranquilizar muito os seus visitantes.


Por volta do ano 570 populações vindas do norte da Itália, numa apressada fuga dos Lombardos, optam por sentam arraiais nas ilhas da laguna de Veneza. 200 anos depois esta comunidade elege o primeiro dodge, encontrando-se a cidade sob influência bizantina. No século IX inicia-se a construção da Basílica de São Marcos, destinada a acolher os restos mortais do santo, patrono da cidade. A partir de então começa a expansão da cidade como potente força comercial em toda aquela zona do Mediterrâneo. Nos séculos seguintes a cidade – que ganha o nome de A Sereníssima – tem participação ativa nas Cruzadas, ao mesmo tempo que dá todo o seu apoio ao Império Bizantino, afirmando-se como uma força a ter em conta no continente europeu. De tudo isto, obviamente, retira grandes benefícios comerciais! No século XIII, movendo todas as suas influências, as autoridades venezianas conseguem alterar o rumo da quarta Cruzada ao conseguirem deslocá-la para Constantinopla. 


Em resultado tomam o poder sobre a esta cidade colocando lá um imperador italiano, ao mesmo tempo que Veneza aproveita a ocasião para desenvolver a sua base comercial na ilha de Creta. Mas, em 1261, com a ajuda dos genoveses, os bizantinos derrubam o imperador, constituindo esta situação um primeiro volte face na situação privilegiada de Veneza. Constantinopla cai, em 1453, e com ela o Império Bizantino. A força dominante na região passa a ser o Império Turco-Otomano. Com a descoberta do caminho marítimo para Índia, por Vasco da Gama, Veneza perde influência no trafego comercial do Mediterrâneo.



Em meados do século XVI a cidade sofre horrores com a peste, que lhe leva grande parte dos habitantes. No século seguinte começa a perder a sua força e importância entrando em claro declínio, com a corrupção interna e a concorrência de outros países. Durante as expedições de Napoleão, é anexada por este, o qual, posteriormente, a oferece à Áustria, sendo novamente reintegrada na Itália em 1866. Com o chegar do século XX Veneza industrializa-se ao mesmo tempo que ganha reputação como destino turístico, descobrindo uma vocação até então desconhecida.


Veneza tem 177 canais que são as “ruas e avenidas” da cidade exibindo em suas margens os exóticos pallazi, herança de uma república que dominou extensas áreas e rotas comerciais.


Passear ao largo deste labirinto de canais, com suas pontes e coloridos prédios é a melhor forma de conhecer o íntimo desta cidade singular e cativante.


Tornou-se uma potência comercial a partir do século X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europa. Foi uma das cidades mais importantes da Europa, com uma história rica e complexa e um império de influência mundial comandado pelos doges, os líderes da cidade.


Como cidade comercial, tinha várias feitorias e controlava várias rotas comerciais no Levante. Eram suas feitorias cidades como Negroponto e Dyrrhachium (atual Durrës), assim como ilhas inteiras: Creta, Rodes, Cefalônia e Zante, por exemplo. O historiador Fernand Braudel classificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.


O patrono da cidade é São Marcos (festa em 25 de abril). A festa do povo do Véneto é celebrada em 25 de março, data da fundação da cidade.


É classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos e locais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na adjacente Praça de São Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto de Antonio da Ponte, a Ca' d'Oro e numerosas igrejas e museus.


Veneza é ainda famosa pelos seus certames internacionais, como o Festival de Cinema e a Bienal de Artes, pela Regata Histórica, que ocorre no primeiro domingo de setembro, pelo fabrico de vidro, pelo Carnaval de Veneza, pelos casinos e pelos seus passeios românticos, levando muitos casais a passarem suas luas-de-mel lá.


Nesta cidade nasceram os Papas Gregório XII, Eugênio IV, Paulo II, Alexandre VIII, Clemente XIII e Pio X, além de numerosos artistas e arquitetos como Antonio Vivarini (1440-1480), Antonio da Ponte (1512-1595), Tintoretto (1518-1594) e Canaletto (1697-1768). No campo da música, foi aqui que nasceu e viveu Antonio Vivaldi (1678-1741).


Basílica de São Marco
Praça São Marco
Edificada no século XI, apresenta no andar superior, a varanda com os célebres quatro cavalos do Santo (as cópias, pois os verdadeiros estão no Museu Marciano, para que não sejam destruídos pela corrosão), oferece uma vista soberba sob a praça. No interior, não deixe de apreciar a Pala d’Oro, o Tesouro e as cúpulas da Ascensão e de Pentecostes.
Aberta diariamente das 10 às 17h e das 13 às 17h ao domingo e feriados.


Santa Maria Gloriosa dei Frari
Campo dei Frari
Na zona oriental do bairro de San Polo ergue-se este templo gótico, construído em 1338. Com o seu campanário de 80 m de altura, guarda religiosamente algumas das maiores obras-primas do mundo, como a “Assunção da Virgem” e a “Madonna di a’Pesaro”, de Ticiano, o Coro dos Frades e o Túmulo de Canova. Aberta das 9 às 18h de segunda-feira a sábado e das 15 às 18h ao domingo e feriados.


Santa Maria della Salute
Campo della Salute
Construída no extremo sul do Grande Canal em acção de graças pelo final da peste. Batizada com o nome de Salute, que significa saúde e salvação, representa uma das referências arquitetônicas da cidade. O seu interior, relativamente sóbrio, consiste num vasto espaço octogonal sob a cúpula e seis capelas radiantes a partir do ambulatório. As melhores pinturas encontram-se na sacristia.
Aberta diariamente das 9 às 12h e das 15 às 17h30.


Basílica Santi Giovanni e Paolo
Campo Santi Giovanni e Paolo
Construída no final do século XIII e início do século XIV pelos dominicanos, impõe-se pelas enormes dimensões. O povo conhece-a por San Zanipolo, aquela que contém as belas capelas del Rosario e di San Domenico e o túmulo dos Doges, que governaram Veneza.
Aberta das 7h30 às 12h30 e das 15 às 19h de segunda-feira a sábado e das 15 às 8h ao domingo.


Palácio Ducal
Piazzeta San Marco
A construção do palácio dos Doges iniciou-se no século IX, vindo a ser reconstruído cinco séculos mais tarde. O corpo principal em mármore cor-de-rosa de Verona assente sobre um rendilhado de arcadas de pedra e um pórtico suportado por colunas, faz a ligeireza deste palácio gótico. Vastas pinturas alegóricas e históricas embelezam as paredes e os tetos dos esplêndidos salões e câmaras, acessíveis pela magnífica Scala d’Oro e concebidos para impressionar os embaixadores e dignitários estrangeiros. Ligeiramente macabras são as prisões do rés-do-chão e do primeiro andar, de onde Casanova conseguiu escapar.
Aberto diariamente de Abril a Outubro das 9 às 19h e de Novembro a Março das 9 às 17h.


Ca Rezzonico
Fondamenta Rezzonico 3136
Iniciado em 1667, só seria acabado em 1712. Desde 1934 contém o museu de Veneza do século XVIII, com salas decoradas com frescos, pinturas e peças da época provenientes doutros palácios e museus.


Ca’Pesaro
Grande Canal, Santa Croce 2076
Faustoso palácio do barroco concebido por Baldassare Loghena e construído por Leonardo Pesaro, procurador de San Marco, onde estão instalados o Museu Oriental e a Galleria d’Arte Moderna, com trabalhos de Bonnard, Matisse, Miró, Klee, Klimt e Kandinsky, e de muitos artistas italianos dos séculos XIX e XX.
Aberto de terça-feira a domingo das 9 às 14h.


Ca’d'Oro
Grande Canal (entrada pela Calle Ca’d'Oro)
Em 1420, Marino Contarini, procurador de São Marco, mandaria construir a Casa de Ouro, um edifício puramente gótico coberto de folha de ouro, azul-ultramar e vermelhão. O tempo apagaria a riqueza da sua fachada e o edifício sofreria muitas modificações efectuadas pelos proprietários que se seguiram. O barão Franchetti, mecenas da arte, salvou o prédio e devolveu-lhe a sua glória, para mais tarde o doar ao Estado. Desde 1984 contém a colecção Franchetti.


Galleria dell’Accademia
Campo della Carità
A Accademia di Belle Arti, fundada em 1750, pelo pintor Giovani Battista Piazzetta foi a base deste grande museu de Itália. Em 1807, Napoleão transferiu-o para as actuais instalações, em Dorsoduro, nele instalando as obras das igrejas e mosteiros por ele pilhados. Hoje, as enormes e belas telas de Bellini, Giorgione, Tintoretto, Ticiano, Carpaccio, Veneziano, Véronèse, entre outros pintores da região do Véneto, fazem a riqueza da sua coleção.
Aberta diariamente das 9 às 19h: segunda-feira e domingo das 9 às 14h.


Fundação Peggy Guggengeim
Palazzo Venier dei Leoni, San Gregorio 701
Contando com 200 pinturas e esculturas de Max Ernst, Picasso, Gris, Braque, Magritte, Delvaux, Dalí, Chagall, Picasso, Jackson Pollock, Bacon, Mondrian, etc., este pequeno museu representa quase todo o movimento artístico contemporâneo, sendo um dos mais visitados em Veneza.
Aberta das 11 às 18h, exceto à terça-feira.


Scuola Grande di San Rocco
Campo San Rocco
A Scuola Grande di San Rocco (São Roque), padroeiro das doenças contagiosas, foi iniciada em 1515, por Bartolomeo Bon e acabada 34 anos depois por Scarpagnino. A Tintoretto foi pedido que decorasse as paredes e o teto da rica Scuola, que exibe na Sala dell’Albergo a impressionante obra “A Crucificação”.


Praça de São Marco
É hoje inundada por milhares de pessoas que ali vão para ver a sua Basílica, subir ao ampanário, visitar o Museu Correr ou, simplesmente, sentar-se numa das esplanadas dos cafés das arcadas dos edifícios da Procuratie, a ouvir as suas orquestras. Localizada na zona mais baixa da cidade e aberta às águas da laguna
pelo “vestíbulo” da Piazzetta, é um dos primeiros pontos a sofrer com a “acqua alta” (maré cheia). Completamente inundada, resolve o problema com a colocação de passadeiras sob estacas, o que não impede, no entanto, alguns turistas de a recorrerem com a água pelos joelhos e sapatos na mão.


Ponte dos Suspiros
Do cimo da Ponte della Paglia, na zona de San Zaccaria, consegue-se ver a Ponte dos suspiros. Segundo a lenda, esta ponte, construída em 1600, para ligar o Palácio Ducale às novas prisões, foi assim batizada pelas lamentações dos prisioneiros que a atravessam a caminho do tribunal dos inquisidores, o que destrói qualquer dedução mais romântica do seu nome. O acesso ao público faz-se pelo “Itinerari Segreti” do Palácio Ducale.


Arsenale
A palavra “arsenal” deriva do árabe “darsina’a”, casa da indústria. Este estaleiro, fundado no século XII e ampliado do século XIV ao XVI, foi o centro naval do Império Veneziano. Era como uma cidade dentro da cidade, com oficinas, armazéns, fábricas, fundições e docas, onde trabalhavam cerca de 16.000 “arsenalotti” na construção, equipamento e reparação das grandes galeras venezianas. Encerrado dentro de muralhas ameiadas, o local está hoje sob administração militar e quase todo vedado ao público. A ponte junto ao arco da porta de entrada permite vistas parciais dos estaleiros, mas o “vaporetto” n.º 52 leva-o numa viagem através do centro do Arsenale Vecchio.


Ilhas
Longe da euforia turística de Veneza, espalham-se as outras ilhas da laguna, atuais refúgios de rústica beleza e tranquilidade. Giudecca situa-se mesmo em frente à Piazzetta de San Marco e tem sido alvo das objetivas de milhares de visitantes pela imagem da colossal Igreja do Redentore, de Palladio. Murano, célebre pelo seu vidro (em 1291, a indústria vidraceira viu-se forçada a sair de Veneza por causa do risco de incêndio e do fumo desagradável dos seus fornos), pode ser alcançada em poucos minutos. Mais a norte, na ilha de Burano, a brancura das rendas contrasta com o colorido das pitorescas casas de pescadores à beira do canal. Um pouco mais longe, fica a enigmática, maravilhosa e quase deserta ilha de Torcello, berço da Catedral Santa Maria Assunta, um dos edifícios veneziano-bizantino mais antigos de todo o Adriático. O Lido, uma delgada faixa de areia com 12 km de extensão, forma uma barreira natural entre Veneza e o mar, sendo a única ilha da cidade com estradas e uma famosa estância de banhos e de desportos náuticos.


Restaurantes e cafés
A oferta de restaurantes é variada e o tipo de cozinha servida é invariavelmente italiana, baseando-se em especialidades feitas com os produtos mais frescos da estação, carne e queijo do continente e uma grande variedade de peixe e marisco. Os bares e cafés também servem refeições rápidas, mas são mais frequentados para o café matinal, uma cerveja à hora do almoço ou um aperitivo ou digestivo, antes ou depois do jantar.


“Em Veneza, sê veneziano”. Para se deslocar de um lado para o outro, além de poder andar a pé, é, definitivamente, necessário apanhar um barco. Numa lancha-táxi, chega-se mais depressa ao endereço pretendido, mas com o porta-moedas bem mais aliviado… De gôndola, nem no dia seguinte. O melhor é mesmo embarcar no vaporetto, uma espécie de autocarro aquático.

Fontes: Wikipedia,
europabrasil.com.br
http://girandoomundo.wordpress.com
destinosdeviagem.com
Imagens: Google



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